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Novo Opel Frontera quer evitar escolhas difíceis

Carro SUV verde modelo Frontera23 estacionado em ambiente moderno com grandes janelas e piso de cimento.

Na hora de decidir por um SUV compacto, três perguntas costumam pesar mais: qual é o espaço disponível, que tipo de motorização ele oferece e de que maneira se encaixa nas necessidades do dia a dia.

O novo Opel Frontera foi pensado justamente para responder a esses três pontos. Em um mercado em que as opções vêm se tornando cada vez mais especializadas - seja pela motorização, seja pelo perfil de uso - este modelo da Opel segue por outro caminho, tentando reunir diferentes soluções em uma mesma base.

Vantagem fácil de medir

Quando o assunto é espaço, o Opel Frontera fica fácil de entender. Com 4,39 metros de comprimento, ele entrega um porta-malas de 460 litros de capacidade, valor que pode chegar a 1600 litros com todos os bancos traseiros rebatidos.

Mais importante do que os números é como esse volume pode ser aproveitado: o modelo pode ser configurado com cinco ou sete lugares, algo pouco comum nesta categoria.

Mesmo quando a terceira fileira não está em uso, o Frontera mantém 370 litros de capacidade no porta-malas. E, se isso ainda não resolver a demanda de uma viagem de férias, há a possibilidade de suportar uma carga estática no teto de até 240 kg.

Duas soluções distintas de motorização

Essa proposta de versatilidade e flexibilidade na cabine também aparece na oferta de motorizações, estruturada em duas linhas bem definidas.

De um lado, há a versão 100% elétrica, que pode receber dois tipos de bateria, conforme a necessidade de autonomia. Do outro, existe a alternativa híbrida com sistema de 48V, focada em eficiência e pensada para quem pretende ir além do uso urbano.

No Frontera elétrico, o motor é sempre de 83 kW (113 cv). Ele pode vir com uma bateria LFP de 44 kWh, para autonomia de até 309 km, ou com uma bateria NMC de 54 kWh, para autonomia de até 401 km.

Já as versões híbridas utilizam sempre o mesmo conjunto: motor 1.2 a gasolina de três cilindros, motor elétrico de 21 kW (29 cv), bateria de 0,43 kWh (úteis) e sistema elétrico de 48 V. O que varia é o nível de potência, que pode ser de 110 ou 145 cv. Em ambos os casos, a gestão fica a cargo de um câmbio automático de dupla embreagem com seis marchas.

Independentemente da potência, há um número que não muda: o consumo. Nas versões híbridas, o Opel Frontera declara sempre consumo combinado de 5,2 l/100 km.

“Detox” digital no uso diário

A terceira questão - como o carro se ajusta ao dia a dia - começa por dentro. A Opel buscou reduzir ao máximo as interações necessárias durante a condução.

A ideia é ter menos camadas de menus e submenus, menos itens repetidos e um foco quase total nas funções essenciais usadas ao dirigir, dentro de um conceito que a marca define como «detox».

Nas versões de entrada, há um painel de instrumentos colorido de 10" e um suporte central para acomodar o smartphone. Já nas configurações mais completas, esse suporte dá lugar a um sistema de infoentretenimento (também com tela de 10"), o ar-condicionado deixa de ser manual e passa a ser automático, e o console central passa a oferecer carregamento por indução para dispositivos móveis.

Em movimento, a proposta segue a mesma lógica. A calibração da suspensão e da direção prioriza estabilidade e previsibilidade.

Opel Frontera: robusto e funcional

No design, o Opel Frontera aposta em um visual robusto e prático. As proteções em plástico e a altura do solo em torno de 18,5 cm traduzem bem a versatilidade do modelo, que está adaptado ao ambiente urbano, mas não evita uma passagem por uma estrada de terra.

As linhas mais retas da carroceria e os volumes bem marcados reforçam essa proposta, que também aparece no interior: por ser um carro pensado para uso intenso, a montagem é precisa e os materiais, resistentes, em toda a cabine.

Quanto custa?

Em Portugal, o Opel Frontera é vendido com preços a partir de 23 030 euros na versão híbrida de 110 cv, no nível de equipamento mais acessível (Edition). A opção híbrida mais potente, com 145 cv, começa em 24 530 euros.

As versões 100% elétricas partem de 27 490 euros com a bateria de 44 kWh e de 29 490 euros nas configurações com a bateria de maior capacidade (54 kWh).

Independentemente da motorização, é possível escolher o nível de equipamento superior, chamado GS, por mais 3500 euros. E, apenas nas versões híbridas, por mais 790 euros, dá para levar sete lugares a bordo.

Nota: Preços com campanha comercial aplicável a clientes particulares, acresce DLTP. Válido nos concessionários Opel participantes até 30/04/2026.

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