Nem a Toyota Hilux escapou da eletrificação. Na nova geração, a picape estreia uma variante inédita 100% elétrica, enquanto as versões a combustão passam a adotar um sistema mild-hybrid de 48 V - sempre combinado, nessas configurações, exclusivamente com câmbio automático.
Ainda assim, a Hilux - famosa pela confiabilidade e pela longa vida útil nos mais diversos lugares onde é vendida - continua sendo ajustada às necessidades específicas de cada mercado.
Toyota Hilux: eletrificação e versões a combustão
Em alguns países, simplesmente não há demanda por tanta tecnologia e sofisticação. É exatamente isso que aparece nas imagens que acompanham este artigo: uma Toyota Hilux na configuração de entrada, com faróis halógenos, rodas de aço e partes da carroceria sem pintura.
Hilux de entrada: visual e interior sem luxo
Por dentro, a proposta segue a mesma linha: bancos com revestimento em tecido, plásticos rígidos, ar-condicionado manual e freio de estacionamento mecânico. E a maior surpresa? A presença de um câmbio manual de seis marchas, mais barato do que qualquer automático.
Quanto à eletrificação, nada de 48 V: aqui ela se limita à bateria de 12 V. Fora isso, a oferta inclui motores quatro-cilindros a diesel e a gasolina.
Onde essa Hilux básica é vendida (Hilux Travo 4TREX)
Há, porém, um detalhe importante: essa Toyota Hilux de entrada não é vendida na Europa. Ela é destinada a outras regiões do mundo, como o sudeste asiático e mercados como o da Tailândia (onde recebe o nome de Hilux Travo 4TREX).
Para o mercado europeu, a pick-up japonesa chega com alguns mimos a mais. Veja:
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