As estatinas são consideradas a arma padrão contra o colesterol alto e o risco de infarto. A maioria das pacientes e dos pacientes as tolera bem. Ainda assim, há sinais em que não dá para “esperar para ver”: é preciso procurar atendimento médico rapidamente - caso contrário, podem ocorrer danos graves aos músculos, ao fígado, ao pâncreas ou aos pulmões.
O que as estatinas realmente fazem no organismo
As estatinas reduzem o colesterol LDL “ruim” no sangue. Elas inibem uma enzima-chave no fígado que participa da produção de colesterol. Com isso, os níveis de colesterol caem e o risco de infarto e de AVC diminui de forma significativa.
Em geral, as estatinas são tomadas uma vez ao dia, na maioria das vezes à noite. A dose adequada depende do risco individual: doenças pré-existentes, valores de colesterol, pressão arterial, tabagismo, diabetes - tudo isso entra na avaliação feita pela médica ou pelo médico.
Antes mesmo de pensar em comprimidos, porém, há sempre um passo inicial: mudar o estilo de vida. Isso significa, por exemplo:
- perder peso em caso de excesso de peso,
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