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O MacBook Pro com M5 Max compete com o notebook Windows com RTX 5090? Testes indicam que, às vezes, tudo depende de estar conectado à tomada.

Homem sentado em mesa de madeira com dois laptops, um carregando, e caderno com caneta ao lado.

M5 Max действительно очень мощный

Dá para ter uma ideia real de desempenho quando um notebook gamer está ligado na tomada - e outra bem diferente quando ele passa a viver só da bateria. Foi justamente esse o ponto do comparativo feito pelo autor do canal Matt Talks Tech, colocando lado a lado um MacBook Pro novinho com M5 Max e um notebook com a topo de linha GeForce RTX 5090 Laptop.

E a comparação não ficou só nos games: ele também testou os dois em vários aplicativos para ver como cada plataforma se comporta em cenários do dia a dia e em tarefas mais pesadas.

Ele começou pelos testes do armazenamento, e aí a novidade da Apple simplesmente atropela o rival. O SSD do MacBook Pro é quase quatro vezes mais rápido em leitura, e na gravação a diferença passa de uma ordem de grandeza.

Em Cyberpunk 2077, o flagship da Nvidia é, claro, bem mais potente - mas só até o momento em que o notebook sai da tomada. Sem energia externa, a vantagem sobre o M5 Max cai para apenas 8%, enquanto conectado ela chega a 62%. De todo modo, notebooks gamers grandes e pesados normalmente são usados plugados mesmo.

Em tarefas de IA, o cenário é parecido: uma vantagem expressiva do notebook com Windows quando está na tomada e uma vantagem pequena - ou até empate - quando roda apenas na bateria.

No Blender, o poder da RTX 5090 Laptop não é limitado nem pela ausência de alimentação, e o MacBook Pro continua atrás. Já no Lightroom e na edição de vídeo, o M5 Max não deixa qualquer chance para o concorrente.

Quanto à autonomia, aqui a história fica simples demais para o MacBook Pro. Depois que o notebook com Windows zerou a bateria, o PC da Apple ainda tinha 41% de carga.

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